Air Jordan III, the future sneakers

Desde que torci o pé a equilibrar-me na corda bamba que tenho optado por calçado mais nivelado como os ténis. Acredito que as minhas Adidadas Superstar ajudaram bastante devido ao conforto e segurança que proporcionam – foi das melhores compras que fiz e recomendo apesar do preço.

Ontem andava nas compras e vi uma rapariga com um estilo mais formal com umas sapatilhas pretas que lhe conferiam um look mais casual. Fiquei a pensar que se calhar apostar em sapatilhas neste momento será a ideia mais acertada.

Hoje, enquanto lia a Vogue americana, deparei-me com um artigo sobre uma colaboração da marca Air Jordan com a Vogue para umas novas Air Jordan. O conceito é ser umas sapatilhas tanto desportivas como prontas para serem usadas no tapete vermelho.

Vai ser difícil conseguir “apanhar”, pois têm quantidades limitadas, contudo o meu aniversário está a chegar e uma rapariga pode sonhar com este maravilhoso projecto com a assinatura da própria Anna Wintour.

 

JORDAN VOGUE AJIII

New Vogue

CAPA-(184)-C

É com muito prazer que vos introduzo às novas edições da Vogue. Posso vir um bocadinho atrasada, contudo queria ter a certeza que esta nova abordagem se mantinha.

As capas assemelham-se muito mais às capas italianas e francesas, com menos texto e com imagens fortes – basicamente o que faz captar o olhar. Acabaram-se os textos a ocuparem 70% do espaço e a desviar as atenções para uma revista sofisticada e com requinte.

Não só a imagem exterior mudou como também o editorial. Apresenta-se agora de uma forma muito mais organizada e apelativa para quem lê a revista. Pode-se dizer que a capa combina com o interior.

Também o conteúdo amadureceu bastante, tendo agora artigos muito mais trabalhados e com boas fontes de pesquisa aliciando o leitor a querer ler mais e saber mais sobre a matéria. Matéria esta que também ela é diversificada e deixou de ser apenas uma revista de moda para também ser uma panóplia de temas como lifestyle (que já tinham incorporado de certa maneira nas outras edições), comportamento, investigação, viagens.

A parte que mais me atraiu nesta mudança foi a forma como os artigos são escritos, de forma critica que nos faz pensar e criar a nossa própria opinião sobre todo o tipo de assuntos, o que a diferencia de outras revistas do mesmo género.

Desta forma, a nova estruturação da revista deu-lhe o “extra push”  de que estava a precisa para estar ao nível de outras Vogues internacionais e para se distanciar da típica revista de moda nas quais tropeçamos.

Da minha parte só tenho a dizer: “Bom trabalho!”